"COMENDA! Uma planície alentejana, lá em cima num planalto, se estendendo e se alongando, onde a Vagem do Bardo e a Chancelaria, parece que é esquecida e posta de lado. Terra vossa, localidade tão grande, uma aldeia que parece estar encolhendo e a ficar deserta...
Imagina! Ao pé das placas de Tolosa e da Comenda, imagina "SENHOR AUTOMOBILISTA NÃO PASSE AO LADO VENHA CÁ DENTRO" e uma seta te indicando!
Que entrando e depois de lendo, na tua ex-IFAL "FUTURO PARQUE INDUSTRIAL" não queira ficar, e ficando, apenas o desejo de te fecundar e aumentar...outra música pode começar a tocar! Povo Castelense, não estais compreendendo, pois não? Património, a tua História e o Turismo...só podes estar brincando! Eu, não estou falando, dos moinhos no rio Sôr, que o Crato não "livra de lá o fato". Que ao fim de tantos anos, nunca soubestes aproveitar e se não fizeres nada Belver é que fica a ganhar.
Que importa se não rima, talvez continuando, outras formas de te ver e  pensar..."
www.netcode.pt/bukes/ver_buke.php?bid  28-10-2008.

A coisa e assunto ela foi colocada no falecido site e Livro de Visitas da Junta de Freguesia de Comenda. Que  blog "Gavião no Alentejo" olhando bem para a coisa e assunto, regista, um livro que serviu essencialmente para derrubar o presidente deposto. Como que se a inocência politíca, o deixar andar, o permitir uma escrita assente no anonimato e ela não fosse e não o seja responsável pelo derrube e onde se vem a perder por um voto na boca das urnas nas eleições passadas e para a respectiva Junta de Freguesia de Comenda.

E se em tempos passados e ele o reivindicava para este povo e aquela gente, gentes de Castelo Cernado e também freguesias de Monte da Pedra, Aldeia da Mata e que seja também a da Cunheira, terras esquecidas e abandonadas ele o reivindicava, Senhor automobilista não passe ao lado venha cá dentro ele deixa cair o assunto e apenas deseja uma seta apontando para a terra de Comenda a dizer Parque Indústrial.

Mas o slogan atrás citado ele o deixa cair para aqueles povos, apenas pensa que seria de todo interesse a ideia ser aproveitada nas duas entradas e bocas e portas desta vila de Gavião.
Está pensando, o edil da Câmara Municipal de Gavião fará como quiser e bem entender. Que o direito assim o tem na sua mão e sufragado. Ao utilizar o não concordo apenas está negando e aniquilando os serviços de restauração  e semilares existentes nesta vila e a sua função será só virada para os nativos locais desta terra e esta vila.
Vai ser interessante notar e registar - assim o blog o espera - as populações de Tolosa, Gáfete e a de Alpalhão, ao não serem concelhos, as ditas, elas são capaz de ter cada uma, ter tanta população como esta vila de Gavião.

Mas Parque Indústrial uma obra tão bem feita nas terras de Comenda e uma planície sem fim onde o olhar se perde em cima do planalto.
Ela apenas peca por ser tardia embora seja sempre a Fénix mitológica renascida.
O mais engraçado da questão é que não existe mão-de-obra suficiente para suportar um investimento que se venha a realizar no futuro. São apenas cinco a seis gatos pingados e ao alto em desemprego e de longa duração.
Apetece dizer, não era aqui que o investimento e aterro devia ser realizado.
Não era também nesta vila que o aterro e investimento devia ser realizado.
O investimento devia ser realizado a nove quilómetros desta vila e a mesma distância que fica das terras de Comenda. O investimento devia ser feito nas placas de Comenda e dava para a freguesia de Arez, Tolosa, Comenda, Atalaia, Monte da Pedra, Ferraria, Margem e também a mais pura e casta e virgem é esta vila de Gavião.

Palavras mal ditas que ele não tem juízo.
Mas é o sangue do Barbeta e do Talha que ao fim de tantos anos ainda lhe corre tão livre nas veias. Mas é o lápis azul que castra a virilidade cerebral dos que partiram para a terra da verdade e predarias e os rebentos que hão-de vir não deixarão de ser adulterados e branqueados.
Mas é o Alentejo.
É o Norte-Alentejano que começa neste concelho de Gavião e sem a verdade e o símbolo que nos deu o ser e nos rouba a nossa memória pelo esquecimento e a massificação e nos tira a nossa identidade como povo.
Não deixa de ser crime ao não se ligar nenhuma e não querer saber da coisa. Desta alma ou seja lá este povo alentejano.
Ao fim destes anos, quando os Serviços de Aguas e Esgotos desta Câmara de Gavião encontraram ossos, moedas e mosaicos, ao que parece em grande quantidade e os ossos em cima uns dos outos, que até ao presente ainda não se encontre registada a zona e que para Belver vai uma ponte pedonal a ligar as duas margens  do Tejo e também o Museu do Sabão e para a Comenda um cabaz vazio sem boas novas. 
Ela apenas seria e ira valorizar a zona envolvende e dar motivos e orgulho a quem teve a ousadia de ir investir num empreedimento turístico em terras de Comenda.
Mas o mais grave ainda é um amigo do Redondo fazer uma pergunta sobre quem foi determinada pessoa e ninguém saber responder. Que se lhe dá o nome de uma rua e respectiva placa e não se conhece quem foi a personagem e se continua a não querer saber destas coisas. 

Sabe mais o pouco que sabe quem pergunta de quem está no convento e depois diz que apoia a cultura e como se não fosse um estado do faz de conta...
publicado por DELFOS às 04:14