O VERBO E O NASCIMENTO DE ALPALHÃO

21.09.10
"top. Anadia. Mação. Nisa. A presença de -p- e o facto de se tratar de uma forma presente não apenas em territórios meriodinais, leva-me a crer na possibilidade de estarmos na presença de forma híbrida, isto é, de mais um caso de artigo arábico ligado a voc. românico. A ser assim, talvez seja um der. de palha". (1)
(1) in " Dicionário Onomástico e Etimológico de Língua Portuguesa, de José Pedro Machado".

"A primitiva e a mais notável sua fundação foi no Monte dos Sete, aí foi esta terra e esta nobre vila, aí foi elaprimitivamente fundada...
Hoje, no tempo actual, estas terras de Alpalhão, o blog assim o pensa, acredita que estando lá citando o Pinho Leal em seu Portugal Antigo e Moderno, ela, ela continua situada em uma extensa planície, cercada de muros que não se sabe se ainda vão sendo assim lá tantos com a distância que já lá vai "com o seu castello, sendo este obra de D. Diniz, em 1300, e aquelles de D. João IV, em 1660."
Está tudo desmantelado" e " é regada pelo rio do seu nome" que esta é que não e assim lá muita confusão o blog assim o fica - era uma vez o Pinho Leal".
Não se sabe quem foram os fundadores d`esta villa - assim começa o parente Pinho Leal em seu Portugal Antigo e Moderno -, só se sabe que é antiquissima, pois já existia no tempo dos romanos, com o nome de Fraginum ou Fraxinum.
Outros porém dizem que Fraginum era a actual villa de Gavião e o nosso mui nobre amigo lá continua "Eram seus alcaides-móres e commendadores os marquezes de Arronches (ou de Abrantes). Uns auctores dizem que eram os de Arronches, outros dizem que eram os de Abrantes, no que julgo não haver engano, porque me parece que os últimos herdaram a casa e o título dos primeiros... "
publicado por DELFOS às 05:58

ALPALHÃO - ALTO ALENTEJO

21.09.10
Alpalhão veste de Branco
O que a torna encantada
Parecendo envolta num manto
Feito de espiga aloirada

Por D. Dinis foi destacada
Em tempos que já lá vão
Não retando quase nada
Do seu Castelo de então

Mantém ainda a tradição
Da grande Sáia-Rodada
Do regional capotão
E do chapéu de aba larga

Das touradas à vara larga
Onde o povo ri e goza
Ao ver a roupa rasgada
Do agarrador que o boi sova

Nossa Senhora da Graça é o orago
Da sua gente hospitaleira
Que a Nossa Senhora da Redonda adora
Igualmente como a primeira

Numa constante canseira
Angriando o Devino Pão
A sua gente tão hordeira
É bendigna da menção

Nos seus cruzeiros lá estão
Datas de um feito imortal
Lembrando que os de Alpalhão
Honraram e sempre honrarão Portugal...

Que pasmo...
O blog assim o sente...

"Lembrando que os de Alpalhão, honraram e sempre honrarão Portugal" ou apenas o exceder uma ponderação que ultrapassa o assombro.

O blog "Alpalhão" não consegue reconhecer o pai da criança e nem ao menos lhe pode sequer agradecer pelo deixado.
Não possui o conhecimento se é um canto tradicional deixado ou se é assim um autor... Mas que pasma e é uma honra ser de um gene assim tão alto e no mais puro canto é este ser e povo cantado!
publicado por DELFOS às 04:35

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