Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

alentejoaonorte

alentejoaonorte

19
Set10

GAVIÃO É "MONTADO" OU SERÁ APEADO

DELFOS
Mas tinha que ser a diáspora!
A dispersão de um povo! 
Tinha que ser a comunidade Luxemburguesa e muito portuguesa a solenizar e a festejar os quarenta anos do seu jornal  "Contacto"" e nas terras do g rão-ducado, a dizer, simplesmente a dizer :

"Portugal: "Montado" alentejano a património mundial

A Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo tem em curso um projecto para avançar com a candidatura do "montado" alentejano a Património Mundial, junto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), de modo a valorizar um ecossistema “único no mundo” e que pode contribuir para a afirmação turística da região.

O presidente ERT do Alentejo, Ceia da Silva, sublinha que “o montado é, em si próprio, a identidade mais expressiva do território do Alentejo, porque o montado só existe no Alentejo, não existe em mais nenhuma parte do mundo”.
“E, quando falamos de montado, queremos valorizar, não só a sua expressão paisagística, mas também a sua ligação à gastronomia, à maneira de ser alentejana, à nossa hospitalidade e maneira de vestir, às ricas tradições culturtais da região”, acrescentou ainda."

Mas lá vem a Nau Catrineta que traz muito que contar.
De terras de outra França e muito sucesso se fala deste fim do mundo.
É este meu Alentejo tão muito esquecido e tão desprezado.
Parece que a notícia é como o mármore que parte e depois regressa a estas terras ou uma saudade é não esquece mas sente que foi a partida do marinheiro e a origem no colo da Mãe. Que fogo é este meu país que lhe dá dez minutos com Queirós no Telejornal e esquece a excelência no real...
Fogo!
Muito pior está a ser que no tempo da outra velha senhora ou lá as conversas em família e agora só mesmo para família e diz que é rosa e muito bela e que tem que ter doutora ou professora... Mas o matai se é esse o seu desejo...

E a si muito especialmente, senhor Ceia da Silva, medida muita promocional e grandiosa a este povo e estas terras muito imensas e ao mundo e que é assunto mesmo muito único.
Mas ela peca por ser muito tardia e está perdido todo um património e o pouco que resta muito abandonado. Mas ela peca ainda mais por ser tardia até que venha a ser implementada e mas que será realizada e será adulterada e branqueada e apenas para o inglês ver...
E na humorística democrática agora é que houve a lembrança de ao fim de tantos anos se defender este património alentejano e como se o turismo não fosse um dos cinco negócios dos mais rentáveis do mundo....
19
Set10

FONTE DA MOURA NA TERRA DE BELVER

DELFOS
Localização: M= 214,5; P= 281,7; folha 322, S.C.E. (1: 25 000)

Antiga quinta, situada a 2Km para norte de Belver, sofreu, no início deste século, uma profunda reconversão dos solos, facto que achou numerosos achados arqueológicos.


Na sequência desse acontecimento, Félix Alves Pereira, um ano mais tarde, aqui se deslocou, tendo igualmente recolhido materiais que transportou para o Museu.

Considerado, sucessivamente, como um castro, pelo general João d´Almeida, ou como uma cidade, por Mário Saa, facto é que inúmeros vestígios romanos se espalham por toda uma área, sendo de destacar um apreciável conjunto de materiais de construção, em granito, aplicados nos muros que dividem a propriedade. alguns desses materiais, encontram-se guardados no castelo de Belver - Rogério de Carvalho e o seu colega de trabalho afirmam e terminam - um período de ocupação que medeia entre os séculos I e IV.
19
Set10

NO CONCELHO DO CRATO DINÃMICA JOVEM

DELFOS
(44822 Diário da República, 2.ª série - N.º 163 - 23 de Agosto de 2010)

MUNICÍPIO DO CRATO
Aviso n.º 16758/2010

João Teresa Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal do Crato:
Torna público que, a Assembleia Municipal, em sua sessão extraordinária realizada no dia 29 de Julho de 2010, aprovou sob proposta da Câmara Municipal, aprovada na reunião extraordinária de 23 de Julho de 2010, o Regulamento do Programa de Dinamização Social do Concelho do Crato “Dinâmica Jovem”, cujo texto foi nos termos do artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo submetido a apreciação pública.
Estando assim cumpridos todos os requisitos necessários, a seguir se pública o Regulamento do Programa de Dinamização Social do Concelho do Crato “Dinâmica Jovem que entrará em vigor no dia seguinte à sua publicação no Diário da República.
Crato, 30 de Julho de 2010. — O Presidente da Câmara, João Teresa Ribeiro.
Programa de Dinamização Social do Concelho do Crato

“Dinâmica Jovem”
Regulamento
Preâmbulo
1 — Portugal integra a União Europeia cujos países membros, acima de quaisquer outros, adoptam o Estado Social de Direito, organização política e administrativa com prerrogativas de autoridade, considerado um dos mais evoluídos entre as tipologias de Estado.
O Estado Social de Direito, ao mesmo tempo que garante os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, dedica -lhes particular atenção em contexto de carências económicas.
2 — A conjuntura sócio -económica actual, assim entendemos, impõe que o Município do Crato previna os riscos de exclusão social, actuando sobre uma faixa da sociedade.
3 — O Município do Crato deve criar, pois, um programa que vise contribuir para a ocupação dos jovens e para a sua formação, afastando -os dos perigos que podem conduzir a situações de marginalidade, ao mesmo tempo que lhes faculta o desenvolvimento, entre outras, de actividades culturais, educativas, desportivas, sociais e lúdicas.
4 — O programa a desenvolver poderá ocupar jovens à procura do primeiro emprego e ou desempregados e em idade pré adulta, com idades compreendidas entre os 16 e os 35 anos, inclusive.
5 — O programa “Dinâmica Jovem” visa estimular os jovens, nomeadamente, nos seguintes domínios:
a) Contacto com actividades profissionais, públicas ou privadas, de molde a enriquecer os seus conhecimentos;
b) Noção da importância da vida de relação e tomada de consciência da importância e relevância do voluntariado;
c) Desenvolvimento do sentimento da importância que podem ter como interventores, contribuindo para a sociedade em que estão inseridos;
d) Potenciação das capacidades individuais mais evidentes de cada jovem e descobrir as que os próprios desconhecem;
e) Gosto pela aquisição de experiências do mundo laboral.
f) Motivação para as actividades do mundo rural e dos ofícios e outros domínios do serviço cívico. 6 — O projecto de Regulamento foi submetido a apreciação pública, nos termos e para os efeitos do artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo. Atendendo ao disposto nos artigos 13.º, n.º 1, alíneas d), e), f), g) e h), 19.º, 20.º, 21.º, 22.º e 23.º da Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro, e artigo 64.º, n.º 4, alínea b), da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5 -A/2002, de 11 de Janeiro, a Câmara Municipal do Crato propõe à Assembleia Municipal do Crato a aprovação da seguinte proposta de Regulamento:
Regulamento do Programa de Dinamização Social do Concelho do Crato “Dinâmica Jovem”
Artigo 1.º
Objecto
1 — O programa de dinamização social do concelho do Crato “Dinâmica Jovem”, adiante abreviadamente designado por «DJ», visa a ocupação saudável dos tempos livres dos jovens em actividades de interesse municipal, permitindo -lhes o contacto experimental com a vida profissional de forma a potenciar as suas capacidades cívicas e de participação social, sendo ao mesmo tempo um contributo para a inserção no mundo laboral.
2 — O programa «DJ» a desenvolver tem como limite de actuação as atribuições das autarquias previstas nos artigos 13.º, n.º 1 alíneas d),
e), f), g) e h), 19.º, 20.º, 21.º, 22.º e 23.º da Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro.
Artigo 2.º
Natureza
1 — No «DJ» os jovens são ocupados no desenvolvimento de actividades, nomeadamente, nas seguintes áreas:
a) Educação;
b) Património e cultura;
c) Desporto;
d) Saúde;
e) Acção Social;
Diário da República, 2.ª série — N.º 163 — 23 de Agosto de 2010 44823
f) Ambiente e protecção civil;
g) Apoio a idosos e crianças;
h) Manutenção de equipamentos e espaços públicos;
i) Lazer e cultura;
j) Outras de reconhecido interesse municipal.
2 — Independentemente da área de ocupação, os jovens não poderão substituir nas suas actividades os funcionários ou profissionais sob orientação e direcção de entidade patronal.
Artigo 3.º
Destinatários e Modalidades
1 — A participação dos destinatários envolve as seguintes modalidades:
1.1 — Todos os jovens recenseados no Município do Crato que estejam à procura do primeiro emprego;
1.2 — Todos os desempregados recenseados no Município do Crato, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, inclusive, e que não aufiram subsídio de desemprego ou outra prestação social.
2 — Podem, ainda, participar jovens residentes e ou recenseados no Concelho do Crato, com idades a partir dos 16 anos, cuja situação não seja enquadrável no ponto anterior.
3 — A prova da situação invocada para efeitos do exercício do direito de participação incumbe aos destinatários, sendo feita através de documentação credível para o efeito.
Artigo4.º
Duração
1 — A colocação dos jovens no programa «DJ» tem a duração mínima de um mês e máxima de seis meses;
2 — O jovem só poderá voltar a participar no programa findo o prazo de três meses contados da data do termo da participação.
Artigo 5.º
Candidatura dos jovens
1 — Os jovens interessados em participar no programa «DJ» devem inscrever -se nasinstalações da Câmara Municipal do Crato, através do preenchimento de formulário fornecido pelos serviços da autarquia, em qualquer altura do ano.
2 — A inscrição deverá ser acompanhada dos seguintes documentos, a apresentar pelo
interessado:
a) Cópia do bilhete de identidade ou cartão do cidadão;
b) Cópia do cartão de contribuinte;
c) Cópia da certidão de eleitor, se aplicável;
d) Declaração de que se encontra desempregado ou inscrito no centro de emprego, à procura do primeiro emprego, se aplicável;
e) Declaração da Segurança Social em como não aufere qualquer prestação social, se aplicável.
f) Cópia do certificado de habilitações académicas/profissionais;
Artigo 6.º
Participação dos jovens
As tarefas a desempenhar pelos jovens ocupam em média seis horas diárias, podendo distribuir -se pela manhã, tarde ou noite, em local a indicar pela autarquia.
Artigo 7.º
Selecção dos jovens
1 — O serviço do Município indicado pelo Presidente da Câmara fará a selecção dos candidatos, mediante os elementos constantes na inscrição, atendendo aos seguintes critérios:
a) Casado ou em união de facto, devidamente comprovado;
b) Desempregados ou à procura do primeiro emprego, com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, inclusive;
c) Com menor rendimento per capita por agregado familiar, devidamente comprovado;
d) Interesse manifestado por uma determinada área de ocupação;
e) Proximidade da residência do jovem relativamente ao desenvolvimento da actividade;
f) Data de nascimento mais antiga;
g) Habilitações académicas/profissionais mais qualificadas.
2 — A colocação dos jovens nas áreas pelas quais manifestaram interesse depende das vagas existentes na área de destino podendo, sempre que essas vagas se encontrem já preenchidas, proceder -se à colocação dos jovens em área diversa.
Artigo 8.º
Colocação dos jovens
Após a selecção dos jovens candidatos ao «DJ», o serviço do Município comunica a cada jovem seleccionado o local onde foi colocado, a duração e o período de ocupação, o horário a cumprir, as actividades que lhe estão atribuídas e o orientador responsável pelo seu acompanhamento,
devendo este manifestar, até cinco dias antes do início
estipulado para desenvolvimento das actividades, o seu interesse em concretizá -las.
Artigo 9.º
Orientador responsável
A Câmara designará os orientadores responsáveis pelo acompanhamento dos jovens no desenvolvimento do programa «DJ».
Artigo10.º
Apoios
1 — O jovem participante no programa «DJ» tem direito, durante um período de ocupação no projecto:
a) Seguro de acidentes pessoais, da responsabilidade do Município do Crato;
b) Bolsa mensal de montante a definir pela Câmara Municipal.
2 — A bolsa referida na alínea b) do número anterior não reveste carácter de
remuneração/retribuição de qualquer prestação de serviço e destina -se a fazer face a despesas que surjam do desenvolvimento das actividades;
3 — A bolsa será paga ao jovem pela autarquia, mensalmente, por cheque cruzado ou transferência bancária;
4 — O processamento do pagamento da citada bolsa é da responsabilidade da Divisão Administrativa e Financeira, mediante a entrega de mapa mensal de assiduidade;
5 — A participação no programa não confere direito a contrato de trabalho nem a qualquer vínculo à Administração Pública.
Artigo 11.º
Deveres da Autarquia
Constituem deveres da Autarquia:
a) Desenvolver o programa de forma a dar cumprimento à sua filosofia;
b) Divulgar o programa de «DJ»;
c) Facultar os formulários para inscrição dos jovens;
d) Seleccionar os candidatos;
e) Informar os jovens cujas candidaturas foram aceites, da aprovação fornecendo -lhes todos os elementos necessários para a sua participação;
f) Efectuar o pagamento aos jovens participantes da bolsa referida no artigo anterior.
Artigo 12.º
Deveres do Orientador
Constituem deveres do orientador:
a) O cumprimento das orientações definidas no presente Regulamento e sua filosofia;
b) Assegurar as condições necessárias ao bom desenvolvimento das
actividades do jovem orientado;
c) Acompanhar os jovens no desempenho das actividades, apoiando -os na efectiva ocupação dos seus tempos livres;
d) Verificar a assiduidade dos jovens e confirmá -la junto da autarquia mediante documento comprovativo;
e) Entregar um Relatório de Avaliação de cada jovem no final da sua participação.
Artigo 13.º
Deveres dos jovens participantes
1 — Constituem deveres dos jovens participantes no programa «DJ»:
a) Assiduidade;
b) Cumprimento dos horários estipulados;
c) Seguir as orientações definidas no leque de actividades previstas pelo programa; 44824 Diário da República, 2.ª série — N.º 163 — 23 de Agosto de 2010
d) Aceitar as condições previstas no presente Regulamento;
e) Desenvolver as actividades que lhe foram destinadas dentro dos princípios regentes do local onde foi colocado.
2 — O incumprimento de qualquer dos deveres referidos no artigo anterior determina a exclusão do jovem do programa e o não pagamento da bolsa.
Artigo 14.º
Certificado de participação
No final de cada participação ao jovem será atribuído um certificado de participação no programa «DJ», o qual identifica o projecto, área, as actividades desenvolvidas e o período de ocupação.
Artigo 15.º
Aplicação do programa
1 — Anualmente, a Câmara Municipal decidirá sobre a aplicação do programa «DJ» para esse ano económico.
2 — A Câmara Municipal do Crato fixará, anualmente, o número máximo de jovens a admitir no programa do respectivo ano, as bolsas a atribuir e a duração, por modalidade.
Artigo 16.º
Delegação e subdelegação de competências
As competências conferidas à Câmara Municipal, no presente Regulamento, obedecem ao regime geral de delegação de competências.
Artigo 17.º
Dúvidas e omissões
1 — A tudo o que não estiver expressamente previsto no presente Regulamento aplica -se a legislação em vigor.
2 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, os casos omissos ou as dúvidas suscitadas na interpretação do presente Regulamento serão resolvidas pela Câmara Municipal.
Artigo 18.º
Entrada em vigor
O presente Regulamento entra em vigor no dia seguinte à sua publicação no Diário da República.
19
Set10

O NASCIMENTO DO BOMBEIRO EM GAVIÂO

DELFOS
Ainda faltava dois anos para Ela terminar. Mas foi no século passado no ano quarenta e três, a Instituição, a organização se começou a apresentar e a fazer aparecer a sua imagem e como se na história local não se curse pela segunda vez a mesma disciplina e em uma freguesia e no séc.XXI.

Era Junho de 1943.
A Câmara Municipal de Gavião na altura, à apreciação submete para que fosse examinado e se lançasse a mão e o começo a uma quota monetária entre os proprietários desta terra e Vila de Gavião.
O destino da referida quota e os capitais lá conseguidos, a combinação da referida colheita e o seu emprego, a sua aplicação seria sumida no recrutamento de uma nobre bomba extintora de incêndios e seria encaminhada e exposta a um pequeno grupo de bombeiros que seria formado.

Mas as coisas andavam lentas e assim a um passo de caracol ainda mais lá naquela altura e em Junho de 1944 ainda não tinha e havia bombeiro na Vila de Gavião e "a Inspecção Geral de Incêndios, zona Sul, solicita à Câmara a informação sobre a existência de um comandante da Corporação de Bombeiros ou entidade do Concelho responsável pela protecção contra o risco de incêndios.
A Câmara esclarece que não existe, no concelho, a Corporação de Bombeiros, encarregando o Sr. José da silva Pio para tomar a orientação e iniciativa de promover a extinção de qualquer incêndio no concelho." (1)

Um anito depois, coisa não é assim lá muita tempo, a Inspecção Geral de Incêndios, a data era 1945 e o mês era Outubro, a referida, atrai e requer a base e o fundamento "o apoio da Câmara e união de todos os esforços para a criação de Corpo de Bombeiros no concelho (voluntários ou municipais), segundo as possibilidades existentes". (1)

A Câmara, a entidade que comandava os destinos deste povo, naquela altura, nos seus muita deveres e responsabilidades que tinha no conceito da defesa da raça, a digna e local, informou que ia estudar o problema e deliberar sobre o assunto em pretenção.

A coisa ela muita complicada e assim muita complexo assunto sem abertura e uma ponta que se lhe pegue e seria uma dor de cabeça a talvez a dicidir sobre assunto em agenda e "uma circular do Governo Civil, em Agosto de 1946, pede informações sobre a existência de Corpo de Bombeiros, legalmente instituídos, municipais, voluntários ou privativos.
Caso a Câmara não mantenha, nem subsidie serviços de incêndio, deve assumir o compromisso, segundo o Código Administrativo.
No caso afirmativo, se interroga sobre a importância que reputa necessária para estabelecer aquele serviço.
A Câmara delibera assumir o compromisso da criação de um Corpo de Bombeiros, - ufa que custou - no concelho, esclarecendo que a importância que reputa necessária para os serviços de incêndio, cifra-se em 100 000$00.
Em Dezembro de 1947, cria-se, em Gavião, a Corporação de Bombeiros Municipais, mas, em 29 de Maio de 1958, se efectiva, sendo inaugurada, neste dia, a moto-bomba e restante material, benzido pelo pároco da freguesia.
Em Janeiro de 1950, é nomeado o comandante de Bombeiros e ajudante de campo, Jaime Elias de Almeida e António Mónico Machado, respectivamente, e, em Agosto, despacha-se material destinado ao corpo de Bombeiros Municipais." (1)

O parto muita difícil em tempo aquele e que lá vai. O blog não sabe se na democrática e actual , o parto não se continua a fazer muita difícil...

(1)“Gavião, Memórias do Concelho”, José Dias Heitor Patrão
19
Set10

A GENTE DE GÁFETE SUA GRAÇA SE CHAMA

DELFOS
Mas o apodo aplicado ao gafetense é: (mais uma vez, esta coisa do "Terras...", que não é terras, é toda uma região a ser preservada, não um blog, mas que seja vários blogs a funcionar na zona, em sua defesa e na sua defesa... O Blog "Gavião no Alentejo" cita, o já seu muito amigo, o amigo que teve muito gosto em encontrar numa biblioteca da zona, o orgulho também tem ao dizer, a do Crato, o seu amigo, ALEXANDRE CARVALHO COSTA, Crato, Gentílicos e Apodos "eis os apodos aplicados aos gafetenses:

A) Potros
B) Gafanhotos
C) Centeeirinhos

A) Potros
Sobre o apodo Potros conta-se o seguinte:
As crónicas populares informam que, noutros tempos, quando as Juntas de Paróquia dispunham de vários terrenos sob a sua jurisdição uma houve em Gáfete (notável vila de São João Baptista de Gáfete), que resolveu para aproveitar as muitas pastagens de que dispunha, explorar a criação de gado cavalar.
Havia também a preocupação de problemas económicos a resolver e a visão dos problemas pecuários que hoje ocupam lugar evidente e de interesse acentuado.
Depois, ou porque houvesse concorrência grande, ou ainda, porque a saturação do mercado fosse manifesta, a exploração pecuária entrou em crise, e daí resultou que se começasse a dizer:
«Potros de Gáfete, que em cada feira valem menos».
Em defesa do que se acaba de dizer, acrescenta-se que há até um local na vizinhança de Gáfete ainda hoje conhecido por Vale das Éguas.

B) Gafanhotos
A designação deste, deduz-se que seja uma derivação forçada da palavra Gáfete, e que nunca se verificou que os gafetenses fossem dados a saltões.
Acho que os designam assim, simplesmente por brincadeira, galhofa.

C) Centeeirinhos
Sabemos que o cultivo de centeio é importante na região.
Recorda-se ainda de se comer pão de centeio, que se consumia em grande escala.
Do trigo se fazia pão de luxo, que hoje é pão de todos..."
19
Set10

TOLOSA E A IGREJA DE N.ª S:ª DA ENCARNAÇÃO

DELFOS
Própriamente no que concerne à fundação da paróquia e, evidentemente, da igreja de Santa Maria de Tolosa, é de notar que o foral de 1262 já se refere a clérigos n.. população da vila, aos quais esse diploma estende as imunidades (O blog julgava que a palavra era moderna...) dos cavaleiros-vilãos locais: «clerici vero habeant mores militum» "termo que, aqui,não significa cavaleiros-fidalgos).
Em todo o caso, a melhor prova de que a igreja já existia em tal data, mostrando ainda por esta via a anterioridade da vila, já manifestada, e até do concelho respectivo, já com toda a razão presumida, está a disposição de dízimas, que devem dar-se à igreja.
Não se fala, como tantas vezes sucede, de igrejas, vagamente, mas de uma só, que parece bem definida.
Á Ordem do Hospital se deve atribuir a iniciativa da fundação da igreja de Santa Maria de Tolosa (hoje invocada por N.ª S.ª da Encarnação), pois que os hospitalários sempre tiveram o seu padroado.
No séc. XVIII, de facto, ainda o prior do Crato, na dita Ordem, apresentava o cura de Tolosa com a mesquinha renda anual de 120 alqueires de trigo, uma pipa de vinho e 2 mil réis em dinheiro, o que surpreende bastante no grão-priorado em que a antiga vila se incluía, o qual era rico.

A igreja matriz, completamente restaurada em 1925, é um templo do séc. XVI. Mas deste tempo conserva poucos elementos. O portal, de granito, é de arco redondo, com empostas e guarnição superior em blocos aparelhados. A torre, à direita, tem três olhais de volta abatida e cúpula em parede hexagonal. Na frontaria, sobre a janela central, vê-se um medalhão com as letras e datas: R. 1882 F. 1682. O interior é de uma só nave com o tecto de três esteiras; tem capela-mor e quatro altares,, sendo dois no cruzeiro e dois no corpo da igreja. (1)
(1) in "Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira da Cultura".
19
Set10

AINDA SE APANHA NO BELVER

DELFOS
"Masterclass Cerejal # 3 " nos Recreios da Amadora

Da autoria da associação Proto – Intensive Art Care, filmado em Agosto de 2009 numa quinta e no castelo de Belver, no concelho de Gavião, o documentário retrata o trabalho de um grupo de atores que durante uma semana “vestiu a pele” das personagens da última peça do escritor e dramaturgo russo Tchekov.

O documentário insere-se no projeto “The Tchekov Chromosome Program”, iniciado em 2007 e destinado a abordar os três principais temas de outras tantas peças: a nostalgia de “O Cerejal”, a ilusão de “A Gaivota” e o tempo de “Tio Vânia”.

Pedro Saavedra, Carla Chambel e Adriana Moniz contam-se entre o grupo de atores envolvidos no projeto, cuja última fase está prevista para 2011 com a proposta de um filme - “Those were the days” -, também baseado em “O Cerejal”.
(ES) "
in "hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=6273"

Blog "Terras de Gavião" muito admirado e incrédulo. Coisa muito pequenina e passageira e sem conhecimento ainda vai a dita ela lá acontecendo... Mas esta é muita grande e o blog assim gosta mesmo muito e o não sabeis lá... 
19
Set10

ALPALHÃO E O SEU MOSTEIRO

DELFOS
Nos Finais do séc. XII já existia junto da povoação de Fresno um mosteiro ou preceptório dos Templários, o mosteiro de Alpalhão ao qual se refere um documento de 1198, a doação da herdade Açafa (Rodão), feita por D. Sancho I à Ordem do Templo (Herculano , História de Portugal, edição de 1915, tomo 3.º pág.341).

Este mosteiro ou preceptório era, como todos os mosteiros dos Templários, monges-soldades em constante guerra com os mouros, uma espécie de quartel ou posto militar (Confr. Pinho Leal, in Portugal antigo e moderno, vol. 6.º pág. 9, onde, na notícia referente a Nabândia, diz; " era o quartel ou mosteiro dos Templários...).

E compreende-se que os cavaleiros do Templo, já senhores do castelo de Ferron e Vila Velha de Ródão, tivessem estabelecido em Fresno, lugar Fronteiriço, esse mosteiro ou quartel, não só como guarda avançada da sua acção militar e atalaia para melhor defesa dos seus castelos, mas ainda porque os lugares tinha para eles importância estratégica, visto que por ali passar a velha estrada romana que conduziz a Abrantes e cujo domínio e vigilância convinha aos Templários assegurar para mais fácilmente defenderaem a navegação do Tejo que era uma das preocupações da Ordem.

Fundado o mosteiro ou quartel, compreede-se também que naqueles tempos de guerra permanente e dada a importância da Ordem, ele se tornasse o centro da qual girava a vida da população e o ponto de referência porque o local de Fresno passaria a ser mais conhecido, e assim se explica que, com o andar dos tempos, o nome de Alpalhão, dado ao mosteiro, se estendesse também à povoação, mórmente depois que esta foi doada aos Templários.

O certo é que a povoação figura já com o nome de Alpalhão numa concordata feita em 1295 entre o bispo da Guarda e os comendadores dos Templários, D. João Fernandes e D. Gonçalo Gonçalves, sobre os direitos episcopais, concordata essa que também mostra já então a vila à Ordem do Templo e, sob o ponto de vista eclesiástico, à diocese da Guarda.

Tal concordata consta da História d, a Ordem de Cristo , de Fr. Bernado da Costa, a pág. 287.O nome de Alpalhão dado ao referido mosteiro (monasterium Alpalantri, lê-se na citada doação de Açafra) provém talvez do nome do seu fundador ou de algum cavaleiro que nele superintendesse, identicamente ao que deve ter também passado com o nome de castelo de Ferron.

É de presumir que esse mosteiro ou quartel se erguesse no local onde mais tarde (em 1300, segundo o parente Pinho Leal), o rei D. Dinis mandou construir o castelo de Alpalhão, aproveitando assim algumas instalações daquele.
19
Set10

BELVER E O SEU TOPÓNIMO

DELFOS
Quanto a este topónimo - Na Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira - ele povém nítidamente do repovoamento nacional, imposto por D. Sancho I ao local onde se levantassem o castelo e a vila sob defesa deste : de bello-veer (com o arcaico "veer" lat. videre), com "bello" procliticamente reduzido e especialmente por subordinação do conjunto à tónica do segundo vocábulo, referindo-se esta designação aos seus belos panoramas (e muito bonito é a vista que se avista assim o diz o blog) e destinando-se a causar atractivo eufórico dos habitantes...

Mas a pesquisa andando lá pela do Crato, estas aventuras uma coisa continuando a ser ainda um bocado esquisita e não acorda lá na sociológica, o blog encontra o seu amigo Pinho Leal no seu Portugal Antigo e Moderno, "O seu nome provém-lhe da sua bela situação, e foram os cavaleiros de Malta que lho deram, quando edificaram o castelo. Outros dizem que foi D. Sancho".
19
Set10

A CAÇA NO CONCELHO DE GAVIÃO

DELFOS
"Amigo se queres fazer um blog a sério espreita aqui como se faz.
http://castelocernado.blogspot.com".


Olhando para a mensagem, daquelas coisas não deixa de ser um abuso existencial e social, alguém que não compreende o significado de um blog, melhor, o significado é levado a um ataque contra alguém que está no desemprego, a coisa lá levada a contar quatro anos, prespectivas de futuro nenhumas neste concelho que se diz que é lá socialista e longos dias a viver em uma família disfuncional em uma depressão numa organização em nada de social e o vai aniquilando muito lentamente e diz que o perfume no ar é a mais bela rosa formosa.


Não é assim que cala lá nobre Senhor...
E não o lá pense lá sequer, alguém que tirando sua roupa ficando como veio ao mundo em uma colectividade deste seu concelho, um dia terras de Comenda, que é mostrando a nudez do referido ser e protagonista na situação caricata e a mostrando ao mundo no mundo da internet, a boca a lhe vai calar...  Se esse alguém souber onde está o referido registo da situação no You Tube, não tenha dúvida lá sequer, esse alguém a dará a si e ao mundo e em uma na mais descontraída a vai colocar aqui... Que funciona assim e é para o lado que se dorme melhor... Que chega! Que chega e a boca não lhe vai calar... Acredite o Senhor mesmo no que se está falando a sério e o tempo lhe vai mostrar se o sim ou o não...

Está muita certo.

Em meu entendimento, no meu pensamento, V.ª Ex.ª, mas o direito o não o tem em casa e o lápis azul, a tesoura, como a coisa risca e corta em espaço que é seu. Apenas nunca o pensei.
É discutível.
Muito discutível são estas coisa lá da cultura.
A informação.
O conhecimento que deve chegar a todos. Ser um bem de todos. Devia chegar a todos. Devia mas não chega.
São sempre os mesmos.


Na prática, a organização que o Senhor se movimenta e fomenta, na minha opinião, não é dada a todos e nem todos a mesma oportunidade de poderem evoluir numa igualdade não chega a todos num projecto nacional que diz que é socialista...
Eu apenas fico com a sensação que é muito pior agora que no tempo da outra velha senhora...


Continuando, que em meu entendimento, é fácil para mim compreender, ser juiz em causa própria, perdoai este meu pecado cerebral, eu apenas penso ser juiz em causa própria , é uma insegurança manifestada e reveladora de um complexo de inferioridade, meu caro, o puro desejo de querer comprar ou lá um tiro de misericórdia que V.ª Ex.ª está tentando dar no direito ao pensamento e o silenciamento de alguém.

A opinião expressa, o seu comentário, nada mais faz do que uma publicidade narcisista a si próprio em uma atitude e um comportamento arrogante, reveladora de um desejo, o queira ou não na sua consciência, tem a simples prepotência e o abuso de poder numa literária sádica escrita sua, a arte sua de escrever no comentário, ela faz uma caligrafia belicista a querer uma terra queimada e constrói uma cantagem emocional muito forte e esquece a ética e os mais elementares valores... O rouxinol tem água no bico o tem sim senhora na ribeira...

O Exmo Senhor, o administrador do blog "castelocernado.blogspot.com", o Senhor esquece, para lá das responsabilidades sociais que deve ter, apenas se está esquecendo e esqueceu, é responsável por uma associação cultural e responsável também, político e eleito, no comando da Junta de Freguesia de Comenda.

A organização, a Junta de Freguesia de Comenda e a Câmara Municipal de Gavião, ao estarem a subsidiar a organização cultural a que o Senhor administrador do blog "castelocernado.blogspot.com" pertence, e todos deviam ter conhecimento, não é lá bem assim, devia ser pois a organização está a utilizar dinheiros públicos, mas deixo-me lembrar-lhe a sua memória, a referida organização cultural, nestes quatro anos, faz e fez cursos de informática onde se fica com a sensação que são sempre os mesmos, que estão trabalhando e ainda recebem dinheiro, mais o engraçado o ainda o é, onde V.ª Ex.ª se inclui...

E depois "Amigo se queres fazer um blog a sério sobre a tua terra espreita aqui como se faz no blog castelo cernado" e se acrescentando a do You Tube, como que a querer silenciar uma voz, lamentando apenas ela, não saber bem quem o fez e apenas lá se desconfia...

Pois ficará sabendo, a coisa será para continuar e numa puxada e sem problemas nenhuns se dirá o se passa que a chantagem emocional e política não vai entrar e não entra mesmo que se lhe deia com o You Tube...

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2011
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2010
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D