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alentejoaonorte

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16
Set10

O CORETO DE GÁFETE

DELFOS
Este coreto foi projectado de um grande mestre ferreiro, José Agostino de Bastos e foi construído em 1916.

Foi o seu primeiro proprietário o Barão de Gáfete, José Lúcio Gouveia, sendo actualmente, propriedade da Câmara Municipal.

Encontra-se em bom estado de conservação, com iluminação apropriada e escadaria própria.
É ainda hoje, utilizado por conjuntos de baile, pois a sua localização em "Largo pouco arborizado", junto à escola do 1.º ciclo, é propícia a este tipo de divertimento.

A sua forma é hexagonal, com 3m de lado e fica a 1,50m do solo.

Os materiais utilizados na sua construção foram alvenaria de pedra e cal, argamassa de cimento no pavimento e uma grade de ferro forjado.
A cobertura é de chapa de zinco ondulada com estretura em ferro. (1)
(1) in "Coretos do Norte Alentejano / Maria de Lurdes Ferreira Serra.
16
Set10

O CORETO EM TOLOSA

DELFOS
 No princípio do séc. XX foi o Largo Dr. Tello Gonçalves contemplado com este coreto que, em 1982, foi objecto de uma pequena restauração.

A sua forma é hexagonal, com 2,90m de lado e o pavimento de argamassa de cimento encontra-se a 1,60m de altura do solo.

Foi mandado construir pela Junta de Freguesia de Tolosa e actualmente é propriedade da Câmara Municipal de Nisa.

De paredes em alvenaria e cobertura em chapa zincada ondulada, com estrutura em ferro e cimalha da cobertura em chapa, serve hoje de palco a pequenos grupos musicais em festividades da vila.É electrificado e está em bom estado de conservação. (1)
(1) in " Coretos do Norte Alentejano / Maria de Lurdes Ferreira Serra.
16
Set10

ALPALHÃO SEMPRE TEVE CAÇA

DELFOS
Portaria n.º 835/2010 de 1 de Setembro
As Portarias n.os 1033-CE/2004, de 10 de Agosto, e 522/2010, de 19 Julho, procederam respectivamente à renovação e desanexação de terreno´s da zona de caça associativa do Rio Bucho (porocesso n.º 1076-AFN) situada no município de Nisa, com a área de 3181 ha, válida até 16 de Julho de 2016, e concessionada à Associação de Caçadores de Rio de Bucho, que entretanto requereu a anexação de alguns prédios rústicos:
Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto do artigo 11.º, em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 40.º e no n.º 1 do artigo 118.º, do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi comprida pelo Decreto-Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal de Nisa, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas Pelo Ministro da Agricultura, do desenvolvimento Rural e das Pesca pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo despacho n.º 932/2010, de 14 de Janeiro, manda o Governo, pelos Secretários de Estado das Florestas, e Desenvolvimento Rural e do Ambiente, o seguinte:


Artigo 1.º
São anexadas à zona de caça associativa do Rio de Bucho(processo n.º 1076-AFN) vários prédios rústicos sítos nas freguesias de Alpalhão e Espírito Santo, ambas do Munícipio de Nisa, com área de 93 ha, ficando assim esta zona de caça com a área total de 3274 ha, conforme planta anexa a esta portaria e que dela faz parte integrante.
Artigo 2.º
Terrenos en área classificada
A concessão de alguns terrenos incluídos em áreas classificadas poderá terminar, sem direito a indemnização, - aqui o blog aprendeu uma palavra nova - sempre que sejam introduzidas novas condicionantes por planos especiais de ordenamento do território ou obtidos dados que terminam a incompetibilidade da actividade cinegética com a conservação da natureza até um máximo de 10% da área total.
Artigo 3.º
Efeitos da sinalização
A anexação referida no artigo 1.º só produz efeitos relativamente a terceiros com a instalação da respectiva sinalização.
Artigo 4.º
Produção de efeitos
Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte ao da sua publicação.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010 --- O Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa, em 17 de Agosto de 2010. "
E assim foi a Lei e a Ordem dada para se fazer cumprir. O blog apenas espera que a iniciativa sirva para a malta da casa, mas se houver uma visão para fora, esta "ALPALHÃO" muito pode vir a Ganhar....
16
Set10

A PEDRA PROVOU O VINHO E FESTEJOU

DELFOS
Terça-feira, 14 de Setembro de 2010A PEDRA PROVOU O VINHO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,´DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

Portaria n.º 890/2010 de 13 de Setembro

As Portarias n.os 268/2005, de 17 de Março, 1032/2006, de 20 de Setembro, e 620/2009de 8 de Junho, procederam, respectivamente, à criação, desanexação e anexação de
terrenos à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN), situada no município do Crato, com a área de 1467 ha, válida até 17 de Março de 2011,e transferida a sua gestão para a Junta de Freguesia de Monte da Pedra, que entretanto requereu a anexação de alguns terrenos.

Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto no artigo 11.º, em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 18.º, ambos do Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Crato, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o seguinte:

Artigo 1.º
Anexação

São anexados à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN) terrenos cinegéticos sitos na freguesia de Gáfete, município do Crato, com a área
de 247 ha, passando assim esta zona de caça a ser constituída pelos terrenos cinegéticos cujos limites constam Diário da República, 1.ª série — N.º 178 — 13 de Setembro de 2010 4055 da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte
integrante, com a área de 1714 ha.

Artigo 2.º
Efeitos da sinalização

A anexação referida no artigo anterior só produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.

Artigo 3.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte aoda sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010.

MINISTÉRIOS DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS E DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

Portaria n.º 891/2010 de 13 de Setembro

As Portarias n.os 1421/2002, de 4 de Novembro, 1037 -D/2004, de 12 de Agosto, 661/2009, de 17 de Junho, procederam respectivamente à renovação, mudança de concessionário e desanexação de terrenos à zona de turística da Herdade da Defesa da Bobadela de Baixo e outras (processo n.º 146 -AFN), situada no município de Alandroal, válida até 15 de Outubro de 2013, concessionada à Carvalho & Martins, S. A. A Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, concessiona ainda a João de Almeida Dias Coutinho a zona de caça turística da Herdade da Defesa do Abel (processo n.º 4994-AFN), situada no município de Alandroal, válida até 22 de Junho de 2021, renovável automaticamente por um período de igual duração.

Verificou -se, entretanto, que o valor das áreas mencionadas na Portaria n.º 661/2009,de 17 de Junho, não correspondem à realidade, pelo que se torna necessário proceder à respectiva correcção. Assim:

Com fundamento na alínea c) do artigo 41.º do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, e no uso das competênciasdelegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo despacho n.º 932/2010,de 14 de Janeiro, manda o Governo, pelos Secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural e do Ambiente, o seguinte:

Artigo 1.º
Alteração à Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho
1 — O n.º 1.º da Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, passa a ter a seguinte redacção:
«1.º É desanexado da zona de caça turística da Herdade da Defesa da Bobadela de Baixo e outras (processo n.º 146 -AFN) o prédio rústico denominado Herdade da Defesa da Bobadela de Cima, sito na freguesia de Capelins, município de Alandroal, com a área de 530 ha, ficando esta zona de caça com a área total de 549 ha, conforme planta anexa a esta portaria e que dela faz parte integrante.»

2 — O n.º 2.º da Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho,passa a ter a seguinte redacção:
«2.º Pela presente portaria é concessionada, pelo período de 12 anos, renovável automaticamente por um único e igual período, a João de Almeida Dias Coutinho, com o número de identificação fiscal 105569100, residente na Herdade da Defesa do Abadel, apartado 39, 7100 Estremoz, a zona de caça turística da Herdade da Defesa do Abadel (processo n.º 4994 -AFN), constituída pelo prédio rústico denominado Herdade da Defesa da Bobadela de Cima, sito na freguesia de Capelins, município de Alandroal, com a área de 508 ha, conforme planta anexa à presente portaria e que dela faz parte
integrante.»

3 — As plantas anexas à Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, são substituídas pelas anexas à presente portaria e que dela fazem parte integrante.

Artigo 2.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte aoda sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento

Delgado Ubach Chaves Rosa, em 5 de Julho de 2010 de 17 de Março, 1032/2006, de 20 de Setembro, e 620/2009, de 8 de Junho, procederam, respectivamente, à criação, desanexação e anexação de terrenos à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN), situada no município do Crato, com a área de 1467 ha, válida até 17 de Março de 2011, e transferida a sua gestão para a Junta de Freguesia de Monte da Pedra, que entretanto requereu a anexação de alguns terrenos.

Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto no artigo 11.º, em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 18.º, ambos do Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Crato, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o seguinte:

Artigo 1.º
Anexação

São anexados à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN) terrenos cinegéticos sitos na freguesia de Gáfete, município do Crato, com a área de 247 ha, passando assim esta zona de caça a ser constituída pelos terrenos cinegéticos cujos limites constam Diário da República, 1.ª série — N.º 178 — 13 de Setembro de 2010 4055 da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante, com a área de 1714 ha.

Artigo 2.º
Efeitos da sinalização

A anexação referida no artigo anterior só produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectivasinalização.

Artigo 3.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte ao da sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010.
P
16
Set10

GÁFETE LEVOU COM UMA PEDRA

DELFOS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,´DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

Portaria n.º 890/2010 de 13 de Setembro

As Portarias n.os 268/2005, de 17 de Março, 1032/2006, de 20 de Setembro, e 620/2009de 8 de Junho, procederam, respectivamente, à criação, desanexação e anexação de
terrenos à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN), situada no município do Crato, com a área de 1467 ha, válida até 17 de Março de 2011,e transferida a sua gestão para a Junta de Freguesia de Monte da Pedra, que entretanto requereu a anexação de alguns terrenos.

Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto no artigo 11.º, em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 18.º, ambos do Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Crato, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o seguinte:

Artigo 1.º
Anexação

São anexados à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN) terrenos cinegéticos sitos na freguesia de Gáfete, município do Crato, com a área
de 247 ha, passando assim esta zona de caça a ser constituída pelos terrenos cinegéticos cujos limites constam Diário da República, 1.ª série — N.º 178 — 13 de Setembro de 2010 4055 da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte
integrante, com a área de 1714 ha.

Artigo 2.º
Efeitos da sinalização

A anexação referida no artigo anterior só produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectiva sinalização.

Artigo 3.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte aoda sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010.

MINISTÉRIOS DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS E DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

Portaria n.º 891/2010 de 13 de Setembro

As Portarias n.os 1421/2002, de 4 de Novembro, 1037 -D/2004, de 12 de Agosto, 661/2009, de 17 de Junho, procederam respectivamente à renovação, mudança de concessionário e desanexação de terrenos à zona de turística da Herdade da Defesa da Bobadela de Baixo e outras (processo n.º 146 -AFN), situada no município de Alandroal, válida até 15 de Outubro de 2013, concessionada à Carvalho & Martins, S. A. A Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, concessiona ainda a João de Almeida Dias Coutinho a zona de caça turística da Herdade da Defesa do Abel (processo n.º 4994-AFN), situada no município de Alandroal, válida até 22 de Junho de 2021, renovável automaticamente por um período de igual duração.

Verificou -se, entretanto, que o valor das áreas mencionadas na Portaria n.º 661/2009,de 17 de Junho, não correspondem à realidade, pelo que se torna necessário proceder à respectiva correcção. Assim:

Com fundamento na alínea c) do artigo 41.º do Decreto-Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, e no uso das competênciasdelegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, e delegadas pela Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território pelo despacho n.º 932/2010,de 14 de Janeiro, manda o Governo, pelos Secretários de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural e do Ambiente, o seguinte:

Artigo 1.º
Alteração à Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho
1 — O n.º 1.º da Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, passa a ter a seguinte redacção:
«1.º É desanexado da zona de caça turística da Herdade da Defesa da Bobadela de Baixo e outras (processo n.º 146 -AFN) o prédio rústico denominado Herdade da Defesa da Bobadela de Cima, sito na freguesia de Capelins, município de Alandroal, com a área de 530 ha, ficando esta zona de caça com a área total de 549 ha, conforme planta anexa a esta portaria e que dela faz parte integrante.»

2 — O n.º 2.º da Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho,passa a ter a seguinte redacção:
«2.º Pela presente portaria é concessionada, pelo período de 12 anos, renovável automaticamente por um único e igual período, a João de Almeida Dias Coutinho, com o número de identificação fiscal 105569100, residente na Herdade da Defesa do Abadel, apartado 39, 7100 Estremoz, a zona de caça turística da Herdade da Defesa do Abadel (processo n.º 4994 -AFN), constituída pelo prédio rústico denominado Herdade da Defesa da Bobadela de Cima, sito na freguesia de Capelins, município de Alandroal, com a área de 508 ha, conforme planta anexa à presente portaria e que dela faz parte
integrante.»

3 — As plantas anexas à Portaria n.º 661/2009, de 17 de Junho, são substituídas pelas anexas à presente portaria e que dela fazem parte integrante.

Artigo 2.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte aoda sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento

Delgado Ubach Chaves Rosa, em 5 de Julho de 2010 de 17 de Março, 1032/2006, de 20 de Setembro, e 620/2009, de 8 de Junho, procederam, respectivamente, à criação, desanexação e anexação de terrenos à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN), situada no município do Crato, com a área de 1467 ha, válida até 17 de Março de 2011, e transferida a sua gestão para a Junta de Freguesia de Monte da Pedra, que entretanto requereu a anexação de alguns terrenos.

Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto no artigo 11.º, em conjugação com o estipulado na alínea a) do artigo 18.º, ambos do Decreto -Lei n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Crato, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o seguinte:

Artigo 1.º
Anexação

São anexados à zona de caça municipal de Monte da Pedra (processo n.º 3948 -AFN) terrenos cinegéticos sitos na freguesia de Gáfete, município do Crato, com a área de 247 ha, passando assim esta zona de caça a ser constituída pelos terrenos cinegéticos cujos limites constam Diário da República, 1.ª série — N.º 178 — 13 de Setembro de 2010 4055 da planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante, com a área de 1714 ha.

Artigo 2.º
Efeitos da sinalização

A anexação referida no artigo anterior só produz efeitos, relativamente a terceiros, com a instalação da respectivasinalização.

Artigo 3.º
Produção de efeitos

Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte ao da sua publicação.

O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010.
P
16
Set10

A ATALAIA DO GAVIÃO AINDA TEM A BRAVURA

DELFOS
"MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS
Portaria n.º 830/2010 de 1 de Setembro - Cumpridos os preceitos legais e com fundamento no disposto na alínea a) do artigo 40.º do Decreto -Lei Diário da República, 1.ª série — N.º 170 - 1 de Setembro de 2010 3835 n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a redacção que lhe foi conferida pelo Decreto -Lei n.º 201/2005, de 24 de Novembro, e com a alteração do Decreto -Lei n.º 9/2009, de 9 de Janeiro, consultado o Conselho Cinegético Municipal do Gavião, de acordo com a alínea d) do artigo 158.º do mesmo diploma, e no uso das competências delegadas
pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas pelo despacho n.º 78/2010, de 5 de Janeiro, manda o Governo, pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, o seguinte:
Artigo 1.º
Concessão
É concessionada a zona de caça associativa da Amizade (processo n.º 5577 -AFN), por um período de seis anos, à Amizade — Associação de Amigos da Atalaia e Ferraria, com o número de identificação fiscal 508236339 e sede social na Rua da Casa do Trabalhador, 5, Atalaia, 6040 -011 Gavião, constituída por vários prédios rústicos sitos nas freguesias de Atalaia, Comenda e Gavião, todas do município do Gavião, com a área de 1693 ha, conforme planta anexa à presente portaria e que dela faz parte integrante.
Artigo 2.º
Efeitos da sinalização Esta concessão só produz efeitos relativamente a terceiros com a instalação da respectiva sinalização.
Artigo 3.º
Produção de efeitos
Esta portaria produz efeitos a partir do dia seguinte ao da sua publicação.
O Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento
Rural, Rui Pedro de Sousa Barreiro, em 24 de Agosto de 2010.
Portaria n.º 831/2010 de 1 de Setembro de 2010."

Mas Ela ainda mexe.
MAS Ela ainda transpira vida pelos buracos não perceptíveis do seu corpo e que morra lá a mulher mas que lhe fique a fama e ela a indo deixando. Que força incrível que ainda resiste. Mas Ela será vencida e mas não ficará convencida este pequeno povoado e existência ainda vão deslumbrando em coisa distante e sempre o foi a lá mais esquecida...
Postado por JORDANO´S às 10:28
15
Set10

NA VILA DE GAVIÃO O PAI OU A MÃE

DELFOS
"Foi em tempos de Mouros estas terras da Vila de Gavião...
Foi em tempos de Mouros esta freguesia e sede do concelho de Gavião!
Tempo aquele uma qualquer povoação ainda não existia em este sítio e paragens e a vida e esta a alma não se lhe conhecia e sabia.

Eram dois reis que a lenda e o conto assim a coisa lá lha reza e se lha diz.
Eram dois inimigos desde longa data e a coisa assim se a começa...

Em frente dos seus exércitos marchavam e seguiam em veredas estreitas e muito apertadas. Era numa floresta cerrada de matagais. Era uma floresta onde viviam lobos, ursos, linces e outras feras.
A ânsia e a pressa e a sofreguidão a tinham. Procuravam apenas encontrar-se em campo próprio para combaterem entre si, mas sem o conseguirem até então.
Um dia.
Um dia um tanto como o outro, porém - sem o saberem - ordenaram aos seus batedores para treparem ao galho mais alto da árvore, de maior porte, e dessa elevada posição descortinaren um bom local para acamparem, os seus guerreiros estavam exaustos de tanto marchar e era necessário lhe temperar o corpo e lhe dar descanso.
A ordem cumprida, cumprida a ordem, avistaram os ditos vigias um monte que se elevava acima das copas das árvores mais altas da foresta e que lhes pareceu um lugar muito adequado, não só para o acampamento mas também para lhes servir de posto de observação.
Em face das informações dos seus vigias, os dois reis - sem saberem um do outro, repete-se - deram ordem às suas respectivas hostes para marcharem na direcção conviniente e a mais acertada.
Ao fim de algumas horas, ambos com os seus exércitos, atingiram o monte e iniciaram a sua ascenção. Um subiu e subia pelo lado nascente e o outro, o outro subia pela encosta poente.
Porém, qual não foi a surpresa, os dois reis e seus apaniguados, quando chegados ao cimo do monte se encontraram frente a frente!
Em vez do desejado descanso por que ansiavam, eis que os deuses - era no tempo do paganismo - os haviam para ali guiado para a batalha decesiva! Chegara, finalmente, o momento em que os deuses da guerra iam decidir a posse daquele imenso território que disputavam!
A coisa e tudo logo lá ao rebuliço, ordenaram-se as respectivas hostes para o grande combate, tanto mais que o planalto tinha uma área bastante espaçosa, tornava aquele lugar a arena ideal para resolver o litígio que opunha os dois inimigos e logo os reis deram ordem de, e para o ataque.
Já passava do meio dia, quando sob o sol ardente do estio, as vanguardas inimigas se chocaram com terrível ímpeto; os choques selváticos de lanças, couraças e escudos, os sons estridentes ou cavos de centenas de trombetas de guerra, os gritos de incitamento e matança acompanhados por cânticos guerreiros entoados por milhares de gargantas ... em um grandioso e trágico espectáculo ! a uma vaga de combatentes caídos, sucedia-se outra, outra e outra.
Aos gritos de incitamento iniciais dos chefes, sucediam-se agora os não menos horríveis gemidos e clamores de dor de feridos e moribundos que, de parte a parte, cobriam o solo do planalto.
A grande batalha só terminou antes do pôr do sol, não houve sobreviventes, desde o menor dos guerreiros aos próprios reis, todos ali pareceram, todos ali ficaram para sempre.
Ao crepúsculo, rapidamente se seguiu a noite, com imenso manto negro se estendeu aquele monte transformado em gigantesco ataúde onde jaziam milhares de cadáveres insepultos.
Ao romper da alva, viram-se surgir de todos os quadrantes do céu, bandos de milhares de aves de rapina atroando os ares com o côro lúgebre do seu crocitar que se fazia ouvir a grande distância.
Era como uma chamada geral a todas as aves da espécie para participarem no macabro banquete que as aguardava no cimo do planalto.
Entretanto - meus amigos - muito longe dali, nas aldeias dos reinos que haviam ficado sem chefes e sem guerreiros, os velhos, as mulheres e as crianças , prescrutavam ansiosamente os céus, atraídos pela passagem de tantas aves carniceiras que convergiam para um monte que quase se sumia na lonjura do horizonte.
Sabiam, agora, que a terrível batalha se travara, mas desconheciam o resultado e temiam pela sorte dos seus entes queridos, muitos dias e noites antes viram partir, a entoar alegres e entusiásticos cânticos de vitória...
Muitos outros dias e noites ainda se sucederam... mas nenhum dos guerreiros jamais regressou à sua amada pátria e doce lar. As aves carniceiras, porém, essas continuavam a voar para o monte longinquo e sobre ele pairavam muito tempo. O infausto e terrível acontecimento de tal maneira ficou na memória desses antiquíssimos povos que, a partir dessa época, o planalto que servia de arena e de tumba à multidão de combatentes, ficou conhecido pelo topónimo do monte de muito Gavião.
- Naquelas longínquas casas, Gavião chamava-se Freixinho, e era, com os seus arrabaldes, uma cidade importante, tão importante que ali viviam os procuradores dos grandes reis de então.Um dia, porém, vieram grandes exércitos de mouros comandados por muitos reis e arrasaram totalmente a cidade, queimaram os templos e massacraram grande parte dos seus habitantes. Alguns conseguiram fugir para longe, mas não puderam carregar com os seus dinheiros e jóias.
Um dos reis mouros que ficou como governador, na ânsia de encontrar tesouros escondidos, mandou arrasar todas as habitações até aos alicerces e forçou os sobreviventes a habitar as terras baixas e os velhos para mais fácilmente serem subjugados. Aqui, no cimo do cabeço, construía o rei mouro o seu castelo, donde tudo vigiava. Os seus impostos, exigências e extorsões de todo o género, acompanhados, não de violências físicas eram tais, que as pobres vítimas das suas rapinas o alcunharam de "mouro Gavião".A tradição não conservou o nome desse governador cruel, mas, em contra-partida, guardou-lhe a alcunha, pois mais tarde quando foram expulsos os mouros, o mesmo "Gavião" subsistiu no actual topónimo. É caso para dizer-se: foi-se o mouro... Ficou o Gavião.
- Há muitos anos, nestes sítios habitava um poderoso governador mouro, possuía uma formossísima filha muito prendada e frutuosa.. Viviam num castelo, no alto de um escarpado cabeço. A fama da beleza e qualidades da donzela, chegara a países longuínquos e um príncipe cristão empreendeu uma longa viagem desde a sua pátria no intuito de conhecê-la e talvez pedi~la em casamento.
Ápos muitos dias de jornada e já perto do castelo onde vivia o velho governador mouro e a sua formosa filha, encontrou um mouro que abatia uma árvore. Como estava cansado, estava cansado e com fome, pediu ao mouro que o deixasse passar aquela noite - esta avizinhava-se - na sua cabana que ficava ali próximo. O mouro acedeu de boa vontade, admirando-se que uma pessoa de tão gentil presença, vestida com aqueles ricos adornos e com tão formoso corcel lhe pedisse agasalho. Ofereceu-lhe, como ceia, um grande pão de centeio, um jarro de leite, figos e mel.
No dia seguinte, manhã cedo, um comissário do pérfito raptor deixava no castelo uma mensagem para o pobre pai que chorava de dor pela sorte da donzela desaparecida. Nesta mensagem - anónima, claro - o autor denunciava o jovem príncipe que, entretanto, se dirigia ao castelo, ignorando em absoluto o que se passava. Transportas as muralhas, foi imediatamente rodeado pelos homens do governador e posto a ferros numa profunda masmorra. Ou entregavam a donzela desaparecida ou seria decapitado em poucas horas...
Depois de ter protestado a sua inocência e de pôr o governador ao corrente das razões da sua estadia ali, após tão longa viagem, perdidas as esperanças - a hora marcada para a execução aproxima-se - ajoelhou no lejado do cárcere e rogou a Deus dos Céus e da Terra que exercesse o seu infinito poder para livrar a donzela dos perigos que corria e a restituisse sã e salva ao seu velho e amargurado pai. Já o príncipe, algemas nos pulsos e grandes grilhetas de ferro nos tornozelos, ia sendo empurrado para o cadafalso montado num dos pátios do castelo, mas um voz ainda rogou a Deus fervorosamente.
O carrasco ergeu o afiado e terrível cutelo, cuja lâmina brilhou intensamente, e, de súbito, fez-se ouvir um Gavião que de grande altura iniciou um mergulho com rapidez de raio, sobre o condenado e o seu verdugo. Agora, todos os olhares se fixaram no Gavião que voava a pouca altura e em círculos como dando a ententer que queria guiar alguém...
Para o príncipe, aquela ave era a resposta às suas orações, e disso, disso fez saber ao governador que acabou por montar a cavalo, acompanhado dos seus guerreiros, e do príncipe, o príncipe agora já liberto, todos saíram a galope na direcção que o gavião lhes indicava voando a baixa altura, até atingirem um alto cabeço sobre o qual a ave pairou tal como supunham, ali foi surpreendido o pérfido mouro raptor e a sua presa, amarrada e amordaçada, escondidos numa pequena gruta.
Libertada a donzela, castigado - o blog diz que assim é que se faz - exemplarmente o malfeitor - então essas coisas se fazem a uma donzela - todos regressaram felizes ao castelo, onde se efectuou uma grande festa. E que foi feito do gavião Salvador ? Desapareceu ? O príncipe mandou erigir no esconderijo pelo passáro, uma pequena ermida de invocação a S. Salvador em acção de graças. Muitos anos depois diziam antigos que no local hoje denominado Salvador, certo lavrador quando arava um pedaço de chão que ali possuía, desenterrou entre restos de cantaria e uma pedra na qual se via gravado um gavião, voando e de cujo bico pendia uma espécie de corrente.
A povoação primitiva não era aqui no cimo, mas sim num lugar denominado de Vale da Carreira. Ainda se lá vêem restos de antigos muros e velhas habitações arruinadas. A população do local não era grande mas ia aumentando ano após ano. Um certo dia, inesperadamente, chegaram gentes de longe para ali se fixarem. Os de Vale da Carreira, todos aparentados proprietários das ribeiras próximas, e portanto das boas terras de regadio, não permitiram o estabelecimento daqueles novos colonos nas suas terras, contrariados pela forte animosidade encontrada , foram-se dali em busca de outro local. Seriam umas duas ou três famílias acompanhadas por um sacerdote que lhes servia de guia. Algum tempo depois, subiram a um cabeço no cume do qual como únicos seres vivos, encontraram grande número de gaviões que proliferavam à vontade sem humana presença até lá.
O lugar era elevado, varrido de ventos, saudável e como um grande miradouro, donde se avistavam vastos territórios em todas as direcções. Concordaram em ali se fixarem e escusado seria dizê-lo que todos os gaviões fugiram dali, todos, excepto um, que alipermaneceu e viveu até morrer de velhice. Logo no primeiro dia, enquanto o sacerdote e os seus companheiros davam graças a Deus, por até ali os ter protegido e guiado, aquela ave conservou-se mansa e quieta, junto à pedra que, improvisadamente servia de altar. Com o tempo, tornou-se o pássaro companheiro inseparável do sacerdote - colono a quem, segundo a tradição, até ajudava nas suas andanças de caça. Em memória daquela ave quase sacra os moradores daquele novo povoado, chamaram a este "Monte do Gavião" e, muito mais tarde, adoptaram-na como seu emblema...". (1) De A vila do Gavião e a sua Antiguidade, de António Moutinho Rúbio estudo publicado em O Distrito de Portalegre, de 8 de Março e 5 e 12 de Abril de 1969
15
Set10

COMÉRCIO E INDÚSTRIA

DELFOS
Adriano Raimundo Cardigos
Productor de cereais, vinho, azeite e cortiça
Correspondente do Banco de Portugal

R. Dr. Eusébio Leão e Av. José Marcelino
___________________________________

Agostino Marques Gracio
Médico
Rua Dr. Eusébio Leão
_____________________________


Cardigos, Chambel & C.ª Ldª
Estabelecimento de mercearias - Azeites - Adubos - Cereais -
- Fanqueiro - Cimento «Liz» - Produtos de Vacuum -
- Correspondentes do Banco de Portugal, Lisboa & Acores

Totta, Nacional Ultramarino, Espírito Santo,
Borges & Irmão - Porto e Seguros «Tagus»
Avenida José Marcelino
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Mateus de Matos Valério
Agente Bancário
Productor de Azeite, vinho e cortiça
Rua Dr. Ancelmo Patricio
___________________________________________

Manuel Francisco de Matos
Casa Comercial
Fanqueiro, Retrozeiro e Cereais
____________________________________

Raul Monico Machado
Estabelicimento de Mercearias,
Vinhos, Tabacos, Licores, Cervejas.
Refrigerantes

PENSÃO GAVIONENSE

DEPOSITARIO DA SHELL

Óleos, Gasolina e Petróleo
TELEFONE CABINE 2
_________________________________________

José António da Rosa
Mercearias, Salsicharia, Miudezas, Vinhos e Azeites
Comissões e Conta Própria
Depositário da Sociedade Africana de Pólvoras, Ldª
Correspondente da Companhia de Seguros
Maritimos - Ultramarina
_____________________________________________

Mario Semedo
Mercearias, Cereais e Legumes

Aluguer de Automóveis
e Carros Alentejanos

Padaria - Cinema
Rua Dr. Dias Calazans
_________________________________________

CASA PATRICIO
Productor de cereais, azeite, cortiça
Vinho e arroz com casca
_________________________________________

JOSÈ MARIA NUNES DE MOURA
Padaria Gavionense
Praça da Republica
__________________________________________________

MARIA CAPITOLINA DA SILVA TOMÉ
Azeite, Cortiça e Vinho
__________________________________________________

Oficina de Merceneiro
ANTONIO RODRIGUES M. PAQUETE
Encarrega-se de todo o trabalho concernente à sua arte
Vende chapa de vidro
_______________________________________________

Francisco Manuel Ventura
Estabelecimento de fazendas, ferragens,
Mercearias, Quinquilharias e louça
Deposito de tabacos e fosforos
_____________________________________

José Lucas
FAZENDAS, MERCEARIAS E MIUDEZAS
MÁQUINAS SINGER
Rua Dr.ANSELMO PATRICIO
_____________________________________________

FARMACIA PIMENTEL
PRODUTOS QUIMICOS E ESPECIALIDADES FERMACEUTICAS

PRAÇA DA REPUBLICA
_____________________________________________

ANTÓNIO DA ROSA JÚNIOR
FERRAGENS, TINTAS, VIDROS e ESTANQUEIRO
de POLVORAS DO ESTADO
RUA MANUEL MARQUES DE OLIVEIRA
______________________________________________

CASA REBELO
Productor de cereais, azeite, cortiça, vinho.
Madeiras de pinho e eucalipto, etc..
TELEFONE 3
_______________________________________

Mas o Blog "Terras de Gavião" achou assim uma certa graça nostálgica, daqueles tempos... Qualquer coisa assim muito engraçada, a vida, como era feita e vivida. Ficou com uma sensação grandiosa no seu peito, em tempos passados, a terra parece que era muito grandiosa e que tinha vida. O Blog, a coisa a leva para os anos trinta. A fonte, onde bebeu, o ano não tinha. O Blog, o "Terras de Gavião", apenas sabe, sabe apenas que se chama "Album Alentejano" de Pedro Moura....

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