UNIDADE DE EXPERIMENTAÇÃO DO LABORATÓRIO BIOERGOS EM NISA

27.01.11
"No dia 26 de Janeiro, a Presidente da Câmara Municipal de Nisa, Gabriela Tsukamoto, participou na sessão de assinatura do Protocolo de Financiamento do Programa Estratégico do “Sistema Regional de Transferência de Tecnologia – SRTT. A sessão decorreu na Universidade de Évora e foi presidida pelo Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, Vieira da Silva.
O Programa Estratégico do “Sistema Regional de Transferência de Tecnologia – SRTT”, obteve a aprovação do INALENTEJO – Programa Operacional Regional do Alentejo da CCDRA. O investimento proposto tem o valor de 41,8 Milhões de Euros, e corresponde a um montante comunitário FEDER de 29,3 milhões de Euros (com uma taxa de co-financiamento de 70% para todas as operações a candidatar). A candidatura foi apresentada pela ADRAL – Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, líder do Consórcio que lhe dá suporte e que incorpora mais de 20 entidades (Universidade de Évora, Institutos Politécnicos de Beja,  Portalegre e Santarém, CEVALOR, CEBAL, COTR, ICTVR, INRB/INIA, LNEG, LOGICA EM, Sines Tecnopólo, IDERSANT, Câmara Municipal de Beja, Câmaras  Municipais do Cartaxo, de Évora, de Portalegre e de Nisa, ANJE, NERE-AE, NERBE-AEBAL).
O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA) constitui uma das componentes do Programa Estratégico do “Sistema Regional de Transferência de Tecnologia – SRTT. O ponto de partida que subjaz ao PCTA consiste na criação de uma rede de conhecimento e inovação fundada numa base essencialmente territorial e na concretização de uma estratégia comum de reforço das competências regionais e de afirmação das suas capacidades ao nível nacional e internacional com recurso a factores indutores de criatividade, de diferenciação e de promoção de empreendedorismo, inovação e desenvolvimento.
O PCTA será localizado no Parque Industrial e Tecnológico de Évora, no entanto, esta estrutura será complementada com a criação de pólos temáticos nas cidades de Beja, Santarém e Portalegre, com extensões específicas noutras localidades. O Pólo de Portalegre do PCTA, terá uma gestão e implementação da responsabilidade do Instituto Politécnico de Portalegre.  O município de Nisa participa em parceria nessa operação. É objectivo deste pólo dinamizar no Alentejo  a instalação de empresas de base tecnológica na área das energias renováveis e do ambiente, numa perspectiva de valorização dos recursos endógenos e com enfoque especial para a valorização energética de recursos e resíduos. Pretende-se que o Pólo se constitua como um “Laboratório de Energias – BioErgos” na perspectiva do desenvolvimento de Trabalhos I&DT para empresas regionais e internacionais e ainda, na criação de condições favoráveis à instalação e criação de empresas de base tecnológica proporcionando a sua fixação na região. O Laboratório porá à disposição das empresas e dos empreendedores recursos humanos altamente qualificados e infra-estruturas laboratoriais, de experimentação a uma escala piloto e de encubação empresarial de base tecnológica permitindo e facilitando a criação de empresa e a promoção do empreendedorismo.
Para Nisa está definida a criação de uma unidade de experimentação do Laboratório de Bioenergia – BioErgos, visando: – a valorização de recursos endógenos geológicos e hidrogeológicos na perspectiva da sua aplicação à indústria extractiva e transformadora, incluindo a modernização das empresas do sector; – o desenvolvimento de novas formas de aplicação das rochas ornamentais, nomeadamente, aplicações artísticas e de design; – a valorização e estudo da utilização de águas termais para aplicações biotecnológicas, saúde e cosmética. Em Nisa, as infra-estruturas de apoio ao BioErgos serão implementadas na Zona de Actividades Económicas, ocuparão uma área de 300 metros quadrados e o investimento elegível é de 900 mil euros."

E Nisa na frente continua sempre e em frente. Que maravilha ser assim de um concelho.
publicado por DELFOS às 09:37

A FREGUESIA DE BELVER TEM ARTISTA GRANDIOSO

27.01.11
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publicado por DELFOS às 07:26

PROJECTO SEMALEDs

27.01.11
"A AREANATejo concluiu vários estudos de viabilidade para a substituição das lâmpadas incandescentes dos semáforos por LEDs para 10 Municípios da sua área de actuação. Esta substituição, com um investimento total aproximado de 140.000 euros, permitirá obter uma redução anual de 200.000 kWh de energia eléctrica, o que equivale a uma redução da emissão de 90 toneladas de CO2 e a uma redução dos custos anuais com energia e manutenção de 70.000 euros num período de retorno médio de 2 anos. A semaforização com LEDs (Light-Emiting Diodes) constitui um dos programas presentes no “Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética – Portugal Eficiência 2015”. Por outro lado, a partir de 2011 a utilização de lâmpadas de incandescência será suprimida, pelo que a possibilidade de utilização de ópticas de LEDs em futuras instalações de semáforos irá ao encontro das indicações dispostas nas políticas energéticas nacionais e europeias. É nesta óptica que surge o projecto SEMALEDs, que tem como objectivo avaliar o interesse económico, técnico e ambiental inerente à substituição das lâmpadas de incandescência dos actuais sistemas de controlo de trânsito da responsabilidade dos Municípios. Através da análise da facturação de algumas instalações, a AREANATejo efectuou estudos para 10 Municípios (Alter, Arronches, Campo Maior, Castelo de Vide, Elvas, Gavião, Marvão, Monforte, Nisa e Portalegre). Com um investimento total de aproximadamente 140.000 euros, consegue obter-se um potencial de redução anual de aproximadamente 200.000 kWh de energia eléctrica (cerca de 85%), o que equivale a uma redução da emissão de 90 toneladas de CO2 e de 70.000 euros dos custos anuais com energia e manutenção. O período de retorno médio do investimento é de 2 anos. A implementação desta nova tecnologia, com uma durabilidade sobejamente superior à tecnologia convencional actualmente instalada (lâmpadas incandescentes), permite ainda reduzir a produção de 140 kg de resíduos de lâmpadas (i.e. cerca de 4.000 lâmpadas)."
in http://www.areanatejo.pt/noticiasList.asp?not_det=62
publicado por DELFOS às 06:56

O COMBOIO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

27.01.11
O Bloco de Esquerda pretende que a Rede Ferroviária Nacional seja modernizada e requalificada em 2011, tendo para o efeito entregue um Projecto de Resolução na Assembleia da República.
O Projecto agora entregue pelo Bloco surje num contexto em que muitas linhas e serviços (Leixões, Setil-Coruche, Beja-Funcheira, Ramal de Cáceres, Tua, Corgo e Tâmega, entre outras) serão encerrados já a partir de 1 de Fevereiro. A par com esta redução de serviços haverá também uma redução de horários e o possível despedimento de 815 trabalhadores como consequência directa.
Para contrariar esta tendência, o Bloco de Esquerda propõe que sejam suspensas todas as medidas visando a redução de serviços, encerramento de linhas ou despedimento de trabalhadores e que sejam desenvolvidos prioritariamente os seguintes projectos:
a) Prosseguimento da modernização da Linha do Norte, nos troços entre Ovar-Gaia e Vale de Santarém-Entroncamento;
b) Início do processo de requalificação e modernização da Linha do Oeste;
c) Reabilitação e electrificação do troço Caíde-Marco da Linha do Douro;
d) Continuação das obras de construção do Sistema de Metro do Mondego;
e) Continuação das obras de requalificação das linhas do Tua, Corgo e Tâmega.

Veja, em anexo, o Projecto de Resolução entregue pelo Bloco.
 in " http://www.beparlamento.net/modernizar-e-requalificar-rede-ferrovi%C3%A1ria-nacional"
publicado por DELFOS às 06:34

FICARÁ REVOLTA NA POBREZA

27.01.11

"Com o fim do comboio regional de passageiros no Ramal de Cáceres, anunciado para daqui a poucos dias, encerra também o melhor capítulo da vida de muita gente. Vou, a título de mero exemplo, cingir-me ao que a mim diz respeito porque nasci a ouvir o silvo agudo e rouco daquelas então velhas máquinas negras fumarentas de grandes rodas e manivelas gigantescas movidas a vapor, que, ao chegarem muitas vezes à estação, enchiam o ar de um nevoeiro quente e húmido que se estendia por toda a parte baixa da aldeia, quando tinham que descarregar o excesso de pressão que acumulavam no percurso.

A minha casa fica num alto sobranceiro à Estação, a qual posso ver das janelas das traseiras ou do quintal, de dia ou de noite, porquanto, os holofotes que iluminam todo o seu perímetro rasgam a escuridão e reflectem a sua poderosa luminosidade por toda a colina, até ao depósito abastecedor de água da povoação, além bem no alto. Mas não só. Toda a minha vida é um mar de boas recordações. Mal sai da estação de Valência de Alcântara no país vizinho, poucos quilómetros percorridos, assoma a via férrea ao alto do Sesmo e logo o potente rugido das máquinas se anuncia ao longe, fazendo-se ouvir no meu quarto, desde que me lembro de ser gente.

Do outro lado da nossa casa, a oriente, onde se situa o quarto que sempre foi dos meus pais, era comum ouvi-los comentar:
- Hum… Vai haver mudança de tempo. Esta noite os comboios ouviam-se logo assim que chegavam à curva da Atalaia!Também a casa dos meus avós maternos se situava junto à passagem de nível da Cavalinha, nas traseiras da Caseta dos Assentadores cujas esposas eram as guardas que tinham por missão fechar e abrir as cancelas para passagem segura das inúmeras composições de mercadorias ou de passageiros que circulavam dia e noite.

Menino de tenra idade, entregava-me a minha mãe algumas vezes ao cuidado do meu avô Zé Lourenço, para ela poder ir com a minha avó Amélia sachar milho, ou outros trabalhos à jorna, próprios das mulheres do campo desse tempo. E lá andava eu todo o dia com ele, por aquelas tapadas de um e do outro lado da linha a ver os comboios passar enquanto o avô guardava as ovelhas, a saltar de pedra em pedra, a ouvir “as meninas a cantar” que ele dizia ser aquele zumbido cacofónico que se percebia ao encostar o ouvido aos postes dos fios telefónicos existentes ao longo da linha férrea.

E depois…

Bem… Depois, a ida a Évora por comboio quando aos 17 anos de idade e por me ter oferecido voluntário para a tropa, fui chamado à inspecção militar ao hoje extinto RI16 na Cidade-museu, numa viagem de várias horas e outros tantos transbordos, o primeiro dos quais na Torre das Vargens para a estação de Portalegre e ali de novo para Estremoz e Évora. Foi uma aventura e tanto. Depois, ao longo de muitas décadas, as confortáveis viagens com o comboio sempre aqui à porta, a levar-me na ida ou a trazer-me na volta. Elvas como recruta, Lisboa como especialista, Estremoz novamente já mobilizado para Angola, Santa Margarida a aguardar embarque para a guerra, e, finalmente, para me devolver à Beirã e à minha gente são e salvo 37 longos meses depois.

Consequência de muitas injustiças de que fui alvo, foi o comboio que me levou em 1975 para a Beira Baixa, via Abrantes, Castelo Branco e Fundão, com destino às Minas da Panasqueira. Aqui tive sempre o mesmo transporte seguro e pronto quase à porta. Para qualquer parte do país e pelo Ramal de Cáceres que sempre dispôs de excelentes acessos para muitos e diversificados destinos, bastando para isso aceder à Torre das Vargens, a Abrantes, ao Entroncamento ou a Lisboa. De manhã à noite, eram várias as opções de escolha nos horários de partida ou de chegada e dias havia que a partir da estação de Castelo de Vide já não havia lugares sentados vagos, pelo que se tinha que viajar de pé nas coxias e corredores das carruagens.

Mais tarde, quando, em função das minhas pretensões de ascender na carreira profissional, uma vez mais durante três longos e consecutivos anos, viajei no comboio para a capital onde frequentei os respectivos cursos de promoção no Alto da Ajuda, rumando depois a São João da Madeira e ao Porto como estagiário, sempre com a excelente comodidade de poder viajar de comboio todas as semanas, para onde quer que necessitava deslocar-me. E como eu, milhares de passageiros de toda esta região. É inacreditável que hoje, passadas pouco mais de duas décadas, isto esteja a acontecer. Suprimir o serviço regional de passageiros no Ramal de Cáceres é, por outras palavras, encerrar este serviço público definitivamente. Não tenhamos ilusões.

Restará, daqui nem diante, o Lusitânia Comboio-Hotel que utilizará este percurso duas vezes ao dia – ou à noite – entre Lisboa e Madrid e vice-versa. Até quando?

Todos nós sabemos. Mal se inaugure o tão badalado TGV, o Lusitânia deixará de ser necessário. E o Ramal de Cáceres encher-se-á de silvas e mato em todo o seu percurso, as suas lindíssimas Estações definharão até cairem e a memória de um povo que esteve ligado a tudo isto durante quase um século e meio, desaparecerá inexoravelmente na bruma do tempo. É verdade que neste momento talvez não seja rentável. Mas porquê? Serão os serviços oferecidos pela CP eficientes? E se, em vez de suprimirem este serviço regional de passageiros para suprimirem eventuais prejuízos, porque não suprimem antes um ou dois lugares na Administração da CP, mais os seus chorudos ordenadões, mais os carros topo de gama com motorista e um nunca mais acabar de mordomias que, isso sim, é o que verdadeiramente causa prejuízos às empresas?

Vendo as coisas por outro prisma ainda, não pagam as populações desta esquecida zona do nosso país os seus impostos como todos os outros? Então, porque têm que os Marvanenses, os Castelovidenses, os Cratenses ou os Nisenses, contribuir com as suas divisas para pagarem auto-estradas que não atravessam os seus concelhos, pontes sobre Tejo, Douro ou Guadiana que pouco ou nada usam, e muitas outras merdas megalómanas que servem só para quem lá vive perto, mas não há a porra de uns míseros euros para manter o catano de uma automotora que sirva nem que seja só a minha vizinha Júlia que tem a sua filha e os seus netos no Entrocamento, é viúva, já entradota na idade e não tem outra forma de se deslocar?
Ou será que...
Os habitantes destes municípios NÃO SÃO PORTUGUESES como aqueles do litoral ou das grandes metrópoles onde se faz tudo e mais alguma coisa nem que para isso os governos tenham que se endividar até aos olhos?

Ou ainda que...
Nós por cá só somos cidadãos como os outros, quando é preciso encher-lhes o cu de votos? "
publicado por DELFOS às 06:16

O ÚLTIMO SUSPIRO DO SENHOR RAMAL DE CÁCERES

27.01.11
"A Associação Portalegre em Transição está a organizar “um grupo para fazer “a última viagem do Comboio Regional no Ramal de Cáceres”, seguida de um jantar/debate sobre a importância deste meio de transporte em especial para a nossa região”.
O percurso de comboio terá partida no dia 31 de Janeiro às 18:50 da Estação da Beirã com chegada às 19:49 à Torre das Vargens onde apanhamos o Regional às 20h04 com destino a Portalegre chegando aí às 20:57. Em Portalegre segue-se depois um jantar/debate no “Restaurante A Estação”.
Os custos serão os bilhetes de comboio e 15 euros para o jantar. “Não estamos a contar fazer reservas para o comboio pois julgamos que vai ter espaço para toda a gente”, adiantam os organizadores da iniciativa.
Trata-se de uma oportunidade histórica de fazer esta viagem e de falarmos sobre a importância do comboio para o desenvolvimento desta região”, refere a Associação em comunicado. Será talvez a ultima vez que um comboio pára nas estações de Castelo de Vide, Vale do Peso e Cunheira!”, refere a Associação em comunicado.
"A Associação Portalegre em Transição agradece a todos os interessados em partivcipar na iniciativa que o confirmem para o mail joaoncardoso@gmail.com “para que possamos confirmar o número de pessoas para o jantar”.
Os organizadores recordam ainda que cada pessoa ou cada grupo deve tratar de “arranjar transporte para a Beirã e depois do jantar desde a estação de Portalegre uma vez que não existem transportes públicos disponíveis. Se alguém conseguir arranjar um transporte gratuito para o grupo comunique-nos que nós trataremos de divulgar pelos inscritos”.
A Associação Portalegre em Transição é um grupo local que se tem interessado por sensibilizar a população para a necessidade de diminuir a nossa dependência dos combustíveis fósseis e fazer face às mudanças climáticas.
Desde que nos apercebemos do eminente encerramento dos comboios regionais no Ramal de Cáceres que temos tentado divulgar a petição do “Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana” (em  http://www.gafna.net) e as “enormes vantagens económicas sociais e ambientais do transporte ferroviário”. © NCV. "
 http://noticiasdecastelodevide.blogspot.com/2011/01/associacao-portalegre-em-transicao-esta.html
publicado por DELFOS às 05:56

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